ATIVIDADES DO EIXO 2
¬¬¬¬¬¬¬É importante que relatem as dificuldades encontradas, as estratégias utilizadas e as conquistas, bem como as potencialidades evidenciadas.
Siga as orientações.
1.Identificar o nome do Projeto e o local, por exemplo, Projeto “nome” (Meio ambienteEE ouEM), para que os colegas possam identificá-lo;
2. Descrever sucintamente as questões que deseja compartilhar com seus comentários no Fórum “Projeto em ação”;
3. Ler as descrições e comentários dos colegas, fazendo suas observações no sentido de contribuir para a análise da turma sobre as experiências particulares de realizar o Projeto de sala de aula.
Atividade 2.3 – Currículo e suas características
Considerando a temática abordada nesse eixo, vamos compartilhar com a turma o entendimento de cada um sobre a seguinte pergunta: Como se caracteriza o currículo que se desenvolve com o uso de computadores e Internet nas atividades de sala de aula?
1. Refletir sobre a questão colocada;
2.Escrever suas considerações e compartilhar com os colegas no Fórum “Currículo e suas características”;
3. Ler as contribuições dos colegas colocando suas argumentações sobre a temática.
Atividade 2.4 – Análise do Projeto na ação
Agora que analisamos a concepção de currículo como um processo de construção social, resultante de escolhas que consideram “o que” deve ser aprendido, o “como” ensinar para favorecer a aprendizagem, e principalmente “por que” ensinar certos conhecimentos e não outros, é importante analisar o projeto PITEC em desenvolvimento no contexto da prática pedagógica, em busca de identificar as construções curriculares.
Para tanto, recomendamos retomar a proposta do PITEC elaborada no Eixo 1 deste curso e interrogar o andamento do projeto em relação aos seguintes aspectos: tema, disciplinas envolvidas, objetivos, ações realizadas, atitudes e valores vivenciados, resultados alcançados.
Orientações:
1. Analise e registre em texto os aspectos indicados conforme orientação em análise do projeto na ação;
2. Salvar a atividade com o nome do arquivo: ativ-2_4Analise_Projeto_seunome;
3. Postar o arquivo desta atividade na Biblioteca em Material do Aluno, tema “Análise do Projeto”.
Atividade 2.5 – Podcast com Léa Fagundes
A professora Léa Fagundes desafia a reflexão colocando a seguinte questão:
Você, educador, está pronto para a cultura digital?
Ouça as palavras da professora Léa, que levanta esta questão e enfatiza a prioridade desta postura em relação à integração das tecnologias ao currículo.
Siga as orientações.
1. Refletir sobre a questão colocada;
2.Escrever suas considerações e compartilhar com os colegas no Fórum “Cultura Digital e Currículo”;
3. Ler as contribuições dos colegas colocando suas argumentações sobre a temática.
Atividade 2.6 - Reflexão sobre a aprendizagem
O que aprendemos sobre currículo por projetos com o uso de tecnologias neste eixo?
A partir das leituras, debates, indagações, produções elaboradas, cada participante pode revisitar suas experiências e aprendizagens acerca da temática desse Eixo de estudo. Este é um momento pessoal de registro do seu processo de introspecção
1.Acessar o item Diário de Bordo;
2.Selecionar seu nome na listagem;
3.Escrever sua reflexão no espaço próprio do Diário de Bordo.
Atividade 2.2 – Compartilhamento do Projeto em ação
Esse espaço de diálogo destina-se ao compartilhamento do processo que cada cursista experiencia no desenvolvimento do Projeto de sala de aula. É importante que relatem as dificuldades encontradas, as estratégias utilizadas e as conquistas, bem como as potencialidades evidenciadas.
Siga as orientações.
1.Identificar o nome do Projeto e o local, por exemplo, Projeto “nome” Ji-Paraná (RO), para que os colegas possam identificá-lo;
2. Descrever sucintamente as questões que deseja compartilhar com seus comentários no Fórum “Projeto em ação”;
3. Ler as descrições e comentários dos colegas, fazendo suas observações no sentido de contribuir para a análise da turma sobre as experiências particulares de realizar o Projeto de sala de aula.
Atividade 2.3 – Currículo e suas características
Considerando a temática abordada nesse eixo, vamos compartilhar com a turma o entendimento de cada um sobre a seguinte pergunta: Como se caracteriza o currículo que se desenvolve com o uso de computadores e Internet nas atividades de sala de aula?
2. Refletir sobre a questão colocada;
2.Escrever suas considerações e compartilhar com os colegas no Fórum “Currículo e suas características”;
3. Ler as contribuições dos colegas colocando suas argumentações sobre a temática.
Atividade 2.4 – Análise do Projeto na ação
Agora que analisamos a concepção de currículo como um processo de construção social, resultante de escolhas que consideram “o que” deve ser aprendido, o “como” ensinar para favorecer a aprendizagem, e principalmente “por que” ensinar certos conhecimentos e não outros, é importante analisar o projeto PITEC em desenvolvimento no contexto da prática pedagógica, em busca de identificar as construções curriculares.
Para tanto, recomendamos retomar a proposta do PITEC elaborada no Eixo 1 deste curso e interrogar o andamento do projeto em relação aos seguintes aspectos: tema, disciplinas envolvidas, objetivos, ações realizadas, atitudes e valores vivenciados, resultados alcançados.
Orientações:
1. Analise e registre em texto os aspectos indicados conforme orientação em análise do projeto na ação;
2. Salvar a atividade com o nome do arquivo: ativ-2_4Analise_Projeto_seunome;
3. Postar o arquivo desta atividade na Biblioteca em Material do Aluno, tema “Análise do Projeto”.
Atividade 2.5 – Podcast com Léa Fagundes
A professora Léa Fagundes desafia a reflexão colocando a seguinte questão:
Você, educador, está pronto para a cultura digital?
Ouça as palavras da professora Léa, que levanta esta questão e enfatiza a prioridade desta postura em relação à integração das tecnologias ao currículo.
Siga as orientações.
2. Refletir sobre a questão colocada;
2.Escrever suas considerações e compartilhar com os colegas no Fórum “Cultura Digital e Currículo”;
3. Ler as contribuições dos colegas colocando suas argumentações sobre a temática.
Atividade 2.6 - Reflexão sobre a aprendizagem
O que aprendemos sobre currículo por projetos com o uso de tecnologias neste eixo?
A partir das leituras, debates, indagações, produções elaboradas, cada participante pode revisitar suas experiências e aprendizagens acerca da temática desse Eixo de estudo. Este é um momento pessoal de registro do seu processo de introspecção
1.Acessar o item Diário de Bordo;
2.Selecionar seu nome na listagem;
3.Escrever sua reflexão no espaço próprio do Diário de Bordo.
Páginas
sábado, 12 de junho de 2010
sábado, 5 de junho de 2010
banco de projeto
BANCO DE PROJETO
1. Nome do cursista: Sara Netzlaff
2. Identificação do local: C.E.I Profª. Maria Auta Medeiros de Oliveira
Nome da escola: série: Alfabetização
Número de alunos: 25 alunos
Número de professores envolvidos : 5 professores
Outros participantes envolvidos: não há
3. Título do projeto: Projeto Identidade Conhecendo meu corpo, minha família, minha casa•.
4. Características do Projeto: O projeto é interdisciplinar
5. Descrição geral: Nesta fase da idade pré-escolar é importante que os alunos adquiram, aproveitem todas as oportunidades para valorizar a vida, a saúde, a higiene, o meio onde vivem e todas as pessoas relacionadas a sua história.
Conhecendo-se de maneira global, a criança poderá não só vivenciar situações reais, mas integrar-se como ser modificador, crítico, autônomo, questionando mudanças, atitudes e valorizando-se no seu desenvolvimento, seja ele, biológico, afetivo, social, familiar.
6. Tecnologias utilizadas:
• Livros didáticos,
• CDs/ som
• Dvd
• Internet/computador/softwares
• Máquina fotográfica
• Painéis
• Vídeo
7. Comentários:
Este projeto foi escrito mediante a constatação da necessidade de oportunizar para as crianças o conceito de conhecer-se e valorizar a vida, a saúde, a higiene, o meio onde vivem e todas as pessoas relacionadas à sua história.
8. Referência:
• Google
• Blogs
• You tube
1. Nome do cursista: Sara Netzlaff
2. Identificação do local: C.E.I Profª. Maria Auta Medeiros de Oliveira
Nome da escola: série: Alfabetização
Número de alunos: 25 alunos
Número de professores envolvidos : 5 professores
Outros participantes envolvidos: não há
3. Título do projeto: Projeto Identidade Conhecendo meu corpo, minha família, minha casa•.
4. Características do Projeto: O projeto é interdisciplinar
5. Descrição geral: Nesta fase da idade pré-escolar é importante que os alunos adquiram, aproveitem todas as oportunidades para valorizar a vida, a saúde, a higiene, o meio onde vivem e todas as pessoas relacionadas a sua história.
Conhecendo-se de maneira global, a criança poderá não só vivenciar situações reais, mas integrar-se como ser modificador, crítico, autônomo, questionando mudanças, atitudes e valorizando-se no seu desenvolvimento, seja ele, biológico, afetivo, social, familiar.
6. Tecnologias utilizadas:
• Livros didáticos,
• CDs/ som
• Dvd
• Internet/computador/softwares
• Máquina fotográfica
• Painéis
• Vídeo
7. Comentários:
Este projeto foi escrito mediante a constatação da necessidade de oportunizar para as crianças o conceito de conhecer-se e valorizar a vida, a saúde, a higiene, o meio onde vivem e todas as pessoas relacionadas à sua história.
8. Referência:
• Blogs
• You tube
terça-feira, 1 de junho de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
Porque letra de forma e Não cursiva
LETRA DE FORMA E NÃO CURSIVA
É importante entender porque a criança aprende primeiramente a letrinha de fôrma e não a cursiva e não simplesmente ensinar só porque a maioria faz assim e dá certo! Realmente, dá certo, mas há uma explicação do motivo pelo qual essa maneira é a melhor!
A criança está desenvolvendo a motricidade na fase da alfabetização e a letra do tipo bastão é mais fácil para se adequar neste momento. Os rabiscos começam a se endireitar e formar letras.
As letras de fôrma são ideais para esta fase, pois os caracteres são individuais e podem ser escritos um após o outro. Os traços são resumidos a pauzinhos aglomerados uns nos outros. Já as letras cursivas exigem uma agilidade maior, uma vez que, além de outras finalidades, são utilizadas para tornar o registro mais rápido.
O traçado simples das letras de fôrma dão maior liberdade no ato da escrita, ao contrário das “letras de mão” que precisam de uma organização maior. O ato de ligar uma letra a outra também dificulta o processo, pois anula a ação de tirar o lápis do papel e investir as forças na próxima letra, o que ordena um esforço motor maior.
Além disso, antes mesmo de serem alfabetizadas, as crianças já possuem contato com as letras de imprensa em jornais, na televisão, em livros, gibis. Elas não conseguem ler, mas fica na memória visual das mesmas.
Logo, a percepção da letra de fôrma é mais rápida e fácil do que da letra cursiva. No entanto, é importante trabalhar com esta última, assim que o infante se habituar à primeira. Não há problemas se as duas formas coexistirem por um tempo, porque independente da letra o que deve sempre estar em foco é a escrita. Pois mais importante do que a letra que a criança escolhe, é a compreensão da escrita como um ato de comunicação.
É importante entender porque a criança aprende primeiramente a letrinha de fôrma e não a cursiva e não simplesmente ensinar só porque a maioria faz assim e dá certo! Realmente, dá certo, mas há uma explicação do motivo pelo qual essa maneira é a melhor!
A criança está desenvolvendo a motricidade na fase da alfabetização e a letra do tipo bastão é mais fácil para se adequar neste momento. Os rabiscos começam a se endireitar e formar letras.
As letras de fôrma são ideais para esta fase, pois os caracteres são individuais e podem ser escritos um após o outro. Os traços são resumidos a pauzinhos aglomerados uns nos outros. Já as letras cursivas exigem uma agilidade maior, uma vez que, além de outras finalidades, são utilizadas para tornar o registro mais rápido.
O traçado simples das letras de fôrma dão maior liberdade no ato da escrita, ao contrário das “letras de mão” que precisam de uma organização maior. O ato de ligar uma letra a outra também dificulta o processo, pois anula a ação de tirar o lápis do papel e investir as forças na próxima letra, o que ordena um esforço motor maior.
Além disso, antes mesmo de serem alfabetizadas, as crianças já possuem contato com as letras de imprensa em jornais, na televisão, em livros, gibis. Elas não conseguem ler, mas fica na memória visual das mesmas.
Logo, a percepção da letra de fôrma é mais rápida e fácil do que da letra cursiva. No entanto, é importante trabalhar com esta última, assim que o infante se habituar à primeira. Não há problemas se as duas formas coexistirem por um tempo, porque independente da letra o que deve sempre estar em foco é a escrita. Pois mais importante do que a letra que a criança escolhe, é a compreensão da escrita como um ato de comunicação.
terça-feira, 9 de março de 2010
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